‘No mires para abajo’ foi o grande vencedor do festival de Lérida, na Espanha.
Co-produção uruguaio-brasileira ‘O banheiro do papa’ levou dois prêmios.
O júri da Seção Oficial do Festival de Cinema Latino-americano de Lérida, na Espanha, concedeu nesta sexta-feira (18) o prêmio de melhor longa-metragem ao argentino "No mires para abajo", de Eliseo Subiela, que concorreu com o brasileiro "Tropa de Elite", de José Padilha.
A co-produção uruguaio-brasileira "O banheiro do papa", de Enrique Fernández e César Charlone (fotógrafo de "Cidade de Deus"), levou os prêmios TVE e de melhor estréia, para diretores estreantes. O festival, encerrado nesta sexta, começou dia 11.
Lacraia Perigueti o furação do Funk é um filme pornô da produtora Ícaro. Mesmo que no site da produtora não tenha nada de oficial, essa capa está sendo divulgada na Net como sendo verdadeira.
Puta merda hein,será verdade isto? Não duvido de nada só sei que se for real muita gente principalmente do VT vai assistir!!
Desde o final da trilogia “Matrix”, que teve seu último episódio lançado em 2003, os irmãos Andy e Larry Wachowski não haviam mais se envolvido em outro projeto como diretores. Pois chega aos cinemas no próximo dia 9 de maio a tão aguardada adaptação do desenho “Speed Racer”, feita pela dupla para o cinema.
Misturando “live action”, animação e muitos (mas muitos mesmo) efeitos especiais, os irmãos que ficaram famosos por renovar o visual do cinema com as câmeras lentas de “Matrix” comprovam agora que de fato têm um talento especial no que se refere a imagem.
Esse “Speed Racer” pouco lembra o original dos anos 60, criado pelo japonês Tatsuo Yoshida. O filme ganhou ares psicodélicos, com muitas cores fluorescentes. O clima anos 60 foi mantido nos personagens (tanto nas roupas quanto nos penteados) e no cenário, que, no entanto, mistura papéis de paredes antiquados com TVs de plasma.
Aliás, é justamente esse o clima do filme: um grande passeio por épocas, tendências e lugares.
As animações trazem céus azuis e nuvens brancas, com imagens quase infantis, enquanto as longas seqüências de corrida usam efeitos especiais de última geração. Há ainda muita referência aos japoneses, seja com a participação de vários atores orientais ou com imagens de anime.
“Speed Racer” é protagonizado por Emile Hirsch, que vive o personagem-título, um menino que cresceu idolatrando o irmão mais velho e pensando apenas em corrida de carros. Ao se tornar adulto, passou a dirigir o Mach 5, talismã do irmão, que o deu a ele de presente antes de morrer nas pistas.
Hirsch, que já havia provado ter talento em filmes como “Alphadog” e “Na natureza selvagem”, não demonstra a mesma desenvoltura nas cenas de ação – filmadas sem cenário, e que depois ganham vida por meio de computação gráfica.
Aliás, o forte elenco escalado pelos irmãos Wachowski – que inclui ainda Susan Sarandon (sempre genial), John Goodman e Christina Ricci - não tem tempo nem espaço de mostrar seu talento no longa.
A opção da dupla de diretores, ao contrário do que aconteceu na série “Matrix”, foi favorecer os efeitos especiais em detrimento da história e dos conflitos de cada personagem. Apesar disso, o filme ainda consegue mostrar o sofrimento de Speed com a morte do irmão, faz questão de retratar o valor que ele dá à família e chega quase a ficar infantilóide quando, de tão bom moço, o protagonista celebra uma vitória nas pistas tomando uma garrafa de leite.