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Milan vence o Hamburgo nos pênaltis em dia de estreia apagada de Beckham 06 janeiro 2009 as 6:15 pm por Natalia

Equipe alemã domina amistoso, e inglês tem fraca atuação. Kaká, com incômodo muscular, é poupado pelo técnico Carlo Ancelotti

Beckham era a novidade, mas o Hamburgo roubou a cena. O time alemão foi melhor do que o Milan e acabou sendo castigado com o empate por 1 a 1, no estádio The Sevens, em Dubai. Ronaldinho Gaúcho fez o gol do Rubro-Negro. Benjamim igualou. Na disputa de pênaltis, o Milan venceu por 4 a 3 e levou para a casa o troféu Desafio de Dubai.

Quase 40 mil torcedores se apertaram para acompanhar o primeiro jogo de futebol (já havia acontecido um de rugby) no estádio. Foi difícil chegar ao local por causa do engarrafamento. Boa parte da galera entrou com a partida em andamento. E a maioria da torcida era pelo Milan.

Beckham é aclamado no estádio

Antes de a bola rolar, os técnicos garantiram que o amistoso teria clima de partida oficial. Mas a promessa só foi cumprida pela parte alemã durante os primeiros 45 minutos. Sem Kaká, poupado por causa de um incômodo muscular, a equipe de Carlo Ancelotti mostrou as mesmas deficiências de sempre. Um meio-campo lento, que municia pouco o seu ataque. E uma defesa vulnerável pelo alto.

 

Beckham foi outro que decepcionou. Mas o inglês tem uma desculpa. Ainda se adaptando ao jeito de o Milan jogar, parecia deslocado, sem função definida em campo. Mais recuado, atuando pelo lado direito na trinca de volantes (ao lado de Pirlo e Ambrosini), ele até que tentou passes longos, mas a maioria parou nos pés adversários. Mesmo assim, o desempenho foi comemorado pelos torcedores, que passaram boa parte do tempo gritando o seu nome. Pato, aos 41, deu o único chute do Milan ao gol alemão. 

O Hamburgo não tinha nada com isso. Os alemães, comandados por Olic e Trochowski e utilizando bem os lados do campo, não abriram o placar porque Dida fez três boas defesas. Aos 32, na mais difícil delas, Trochowski chutou com violência de fora da área, e o brasileiro se esticou todo para mandar a escanteio.

Insatisfeito com o desempenho do time e pensando no clássico contra o Roma, no próximo domingo, pelo Campeonato Italiano, o técnico Carlo Ancelotti sacou cinco jogadores no intervalo (Beckham, Pirlo, Kaladze, Maldini e Jankulovski) e lançou Senderos, Favalli, Antonini, Inzaghi e Flamini.

Ronaldinho marca de pênalti

 

O Milan melhorou um pouco. Saiu mais para o jogo. Na arquibancada, a galera se animou, na esperança de que o "time de coração" conseguisse a vitória. Aos 17, Ambrosini disputou uma jogada com o zagueiro Alex Silva e se jogou na área. O árbitro Ali Hamad exagerou e assinalou pênalti. A galera ficou de pé para assistir à cobrança de Ronaldinho. O meia bateu com categoria, fazendo a festa da maior parte do estádio. 

Mas a alegria da maioria durou pouco. Cinco minutos depois, Trochowski cobrou escanteio, Reinhardt cabeceou, e Dida salvou. No rebote, Benjamim empurrou para o fundo da rede, igualando o placar. Os poucos e animados torcedores do Hamburgo comemoraram.

A verdade é que o time alemão não merecia o revés. Era mais bem organizado e sofria por causa do pênalti inexistente. Nos minutos finais, pressionou na tentativa de virar a partida (e fazer justiça no marcador), mas Dida estava em dia inspirado e impediu.

Nos pênaltis, a pontaria dos italianos foi melhor, e o Milan fez 4 a 3, conquistando o troféu Desafio de Dubai. O brasileiro Thiago Neves, ex-Fluminense, desperdiçou uma das cobrenças do Hamburgo.

 

 

+ Modelo processa Google após ser chamada de ‘baranga’ em blog Por Natalia 06 janeiro 2009 as 6:08 pm Nenhum comentário

 

Liskula Cohen afirma que ‘vândalos’ estão arruinando sua carreira.
Alvo é o blog ‘Skanks in NYC’, que faz piadas com a modelo.

 

Liskula Cohen , uma modelo que já foi capa da revista "Vogue", está processando o Google na tentativa de descobrir quem são os responsáveis pelo blog "Skanks in NYC" (algo como "barangas em Nova York"). 

O blog, hospedado no serviço Blogspot, exibe fotos da modelo canadense e faz comentários irônicos sobre sua "decadência", usando expressões como "baranga" e "cara de cavalo".

O "anônimo" que assina o blog é usuário Blogspot desde julho de 2008, e os posts são todos de agosto do mesmo ano.

Segundo o "New York Post", a modelo pretende, ao menos, conseguir expor publicamente o autor dos posts. 

"Fiquei chocada. As fotos me descrevem como uma mulher promíscua e desagradável, uma prostituta", disse Liskula em entrevista ao jornal.

Ela destacou que  as afirmações feitas pelo blog são maliciosas e falsas. Segundo seu advogado, Steven Wagner, ela está muito chateada com a situação.

Blog ‘Skanks in NYC’ traz fotos de Liskula e faz provocações à modelo (Foto: Reprodução)

 

+ Esquiador pelado fica pendurado em teleférico nos EUA Por Natalia 06 janeiro 2009 as 6:02 pm Nenhum comentário

Homem foi salvo pela calça, mas ficou 15 minutos com o traseiro de fora.
Incidente ocorreu em estação de esqui no Colorado.

Foto divulgada pela polícia do condado de Eagle, no Colorado, mostra homem pendurado pelas calças em teleférico na estação de esqui de Vail. (Foto: Divulgação/Eagle County)

De acordo com testemunhas, o homem teria caído por causa de uma falha na trava no teleférico. Pendurado pela calça, que ficou presa ao equipamento, ele acabou nu. (Foto: Divulgação/Eagle County)

 

A vítima ficou pendurada por 15 minutos antes de ser resgatada. De acordo com o site The Smoking Gun, o homem, que não foi identificado, deve processar a estação de esqui. (Foto: Divulgação/Eagle County)

 

 

+ ‘Se eu fosse você 2′ é o recordista de abertura da retomada Por karaloko 06 janeiro 2009 as 3:58 pm Nenhum comentário

Com 570 mil espectadores entre a sexta-feira e o domingo e outros 300 mil ingressos vendidos nas sessões de pré-estréia (entre os dias 25 de dezembro e 1º de janeiro), Se eu fosse você 2 é a maior estréia do cinema brasileiro na retomada, de acordo com números do Filme B, portal que aglutina dados sobre o mercado de cinema brasileiro.

A comédia dirigida por Daniel Filho e estrelada por Tony Ramos e Glória Pires assume o recorde que pertencia a Carandiru (2003), de Hector Babenco, que fez 468 mil pagantes. Em 2006, o primeiro Se eu fosse você vendeu 3,6 milhões de ingressos.

– Estes números confirmam que a comédia é um dos gêneros mais apreciados pelo público brasileiro, junto com filmes de ação – analisa Carlos Eduardo Rodrigues, diretor executivo da Globo Filmes, co-produtora do longa-metragem.

– Uma boa comédia familiar, que agrade tanto às crianças quanto aos adultos, pode dar ótimos resultados. O brasileiro prioriza o cinema de entretenimento, em todas as idades e faixas de renda. Isso é fato.

Otimismo brasileiro

O executivo é otimista quanto ao desempenho do produto nacional no circuito este ano. Em 2008, o filme brasileiro foi responsável por cerca de 9% da venda de ingressos no país, um total próximo ao do ano anterior.

– Teremos um ano muito bom para o cinema brasileiro em 2009 com outras apostas fortes como Divã e Os normais 2, ambos de José Alvarenga Jr; A mulher invisível, de Cláudio Torres; e O bem amado, de Guel Arraes, ainda neste gênero de comédias para todas a família – enumera Rodrigues.

Nos Estados Unidos, o primeiro fim de semana do ano foi de Marley & eu, comédia protagonizada por Jennifer Aniston e Owen Wilson.

Inspirado num livro de auto-ajuda com o mesmo nome, o longa liderou a venda de ingressos pelo segundo fim de semana consecutivo, e tornou-se o primeiro filme de feriado de Natal a conseguir arrecadar US$ 100 milhões.

Produzido e distribuído pela 20th Century Fox, Marley e eu faturou US$ 24,1 milhões entre sexta-feira e o último domingo, somando US$ 106,5 milhões em 11 dias em exibição.

O longa chegou aos cinemas brasileiros no feriado de Natal e foi visto por 317 mil pessoas no primeiro fim de semana.

Bert Livingston, vice-presidente de distribuição doméstica do estúdio, disse ser ainda cedo para fazer previsões sobre o filme, mas afirmou que “ainda tem muito dinheiro nele”. Marley & eu é baseado nas memórias do jornalista John Grogan, sobre um casal e um cachorro, um labrador retriever.

O ranking dos primeiros sete filmes com melhor desempenho no circuito americano não mudou em relação à semana anterior, já que não houve estréias. A comédia Bedtime stories, de Adam Shankman, com Adam Sandler no elenco, ficou em segundo lugar, com US$ 20,3 milhões e um total de US$ 85,4 milhões.

O drama O curioso caso de Benjamin Button, de David Fincher, com Brad Pitt e Cate Blanchett, ficou em terceiro, com US$ 18,4 milhões e um total de US$ 79 milhões. O suspense Operação valquíria, de Bryan Singer, com Tom Cruise, outro lançamento de Natal, ficou na quarta posição, com US$ 14 milhões, perfazendo um total de US$ 60,7 milhões. (Com agências)

+ ‘Barebacking’ cresce no Brasil e torna-se caso de saúde pública Por karaloko 06 janeiro 2009 as 3:49 pm Nenhum comentário

 

“Procuram-se HIVs”. Impresso em um caderno de classificados dos jornais das grandes metrópoles, o anúncio não passaria despercebido. Do ponto de vista conceitual, HIV é uma sigla que desperta interesse e hostilidade, fascínio e medo, compaixão e ódio.

Estigmatizada até então como o acrônimo da morte, ela vem ganhando novos contornos etimológicos devido a um grupo de homens que praticam sexo com homens (os HSH), absolutamente crentes na teoria de que o vírus da Aids, se contraído numa relação sexual, pode trazer benefícios para seu cotidiano, libertando-o, de uma vez por todas, do uso do preservativo, aumentando o prazer, proporcionado uma liberdade só experimentada no auge da revolução sexual, na década de 70.

A teoria foi posta em prática. E tem nome: "barebacking" (derivado da palavra barebackers, usada em rodeios para designar os caubóis que montam a cavalo sem sela ou a pêlo).

O termo ficou conhecido internacionalmente como uma gíria para o sexo sem camisinha, praticado de preferência em grupo, em festas fechadas, por homens sorodiscordantes (HIVs positivos e negativos).

“Coisa de macho”, garantem os adeptos. O movimento cresce no Brasil, de forma assustadora, e tornou-se uma questão de saúde pública e motivo de preocupação social.

O Jornal do Brasil teve passe livre em dois desses encontros, batizados de bare party (festa bare).

É a primeira vez que um veículo de comunicação ingressa em reuniões nas quais o leitmotiv, ou fetiche, é praticar sexo com pessoas desconhecidas, que possam, acima de tudo, ser soropositivas. Às cegas, todos são guiados apenas pelo que sentem. E, para facilitar a comunicação, criaram um vocabulário próprio.

Festa da conversão

As orgias são chamadas de conversion parties ou roleta-russa. Entre os convidados, há os bug chasers (caçadores de vírus), o HIV negativo, que se lança ao sexo sem camisinha, e os gift givers (presenteadores), os soropositivos que se dispõem a contaminar um negativo.

São esses os responsáveis por entregar o gift (presente), o vírus. Quem participa de encontros bare confirma: o prazer sem barreiras é o que importa. Quanto à Aids, eles não encaram mais a doença como mortal, porém crônica, com tratamento à base do coquetel.

A contaminação, portanto, elimina o medo e apresenta uma perspectiva futura da naturalidade do contato pleno.

– Sou um barebacker assumido – dispara R. H., 31 anos, geógrafo e cientista social, com pós-graduação nas duas áreas.

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